É estranho como as coisas acontecem...
Ontem mesmo tinha certeza que jamais me apaixonaria por um desconhecido.
Besteira! Isso foi ontem...
Engraçado como ele entrou na minha vida: pelas beiradas, como quem não quer nada... um excelente amigo eu diria.
Foi me ganhando aos poucos, de uma maneira que mal consigo explicar.
Era claro que já estava em suas mãos.
Enfim, nos beijamos.
Aquele beijo que de primeiro instante me pareceu inocente, me confortando até. Depois se tornou estúpido. Sugava minha língua com uma força tremenda. Meus olhos denunciavam sua insanidade. Sentia prazer sem nem ao menos toca-lo. Me apertava com tanta força sobre seu corpo, que sua respiração tomava conta de mim. Me amava como se fosse uma prostituta, que estava ali naquele momento pra sacia-lo como quisesse. Olhava fundo em meus olhos perdidos diante tanto prazer. E depois... ele se foi.
Dias se passaram e eu ainda sonhava com aquele beijo.
Era como se tivesse conhecido o que eu mais precisava.
Era como uma droga: ilícita, alucinótica; ácido mesmo! proporcionando um prazer intenso, provocando alucinações, corroendo cada pedaço que havia em mim.
Um cara legal, bonito, bom papo. Queria que ele me ligasse algum dia e me chamasse pra sair. Mas será que eu deveria? Afinal, o consumo excessivo de drogas pode causar vício, e não seria bom estar viciada nesse rapaz... um cara bonito, legal, com um bom papo e totalmente desconhecido.
Quanta bobagem!
Ontem mesmo tinha certeza que jamais me apaixonaria por um desconhecido.
Besteira! Isso foi ontem...
Engraçado como ele entrou na minha vida: pelas beiradas, como quem não quer nada... um excelente amigo eu diria.
Foi me ganhando aos poucos, de uma maneira que mal consigo explicar.
Era claro que já estava em suas mãos.
Enfim, nos beijamos.
Aquele beijo que de primeiro instante me pareceu inocente, me confortando até. Depois se tornou estúpido. Sugava minha língua com uma força tremenda. Meus olhos denunciavam sua insanidade. Sentia prazer sem nem ao menos toca-lo. Me apertava com tanta força sobre seu corpo, que sua respiração tomava conta de mim. Me amava como se fosse uma prostituta, que estava ali naquele momento pra sacia-lo como quisesse. Olhava fundo em meus olhos perdidos diante tanto prazer. E depois... ele se foi.
Dias se passaram e eu ainda sonhava com aquele beijo.
Era como se tivesse conhecido o que eu mais precisava.
Era como uma droga: ilícita, alucinótica; ácido mesmo! proporcionando um prazer intenso, provocando alucinações, corroendo cada pedaço que havia em mim.
Um cara legal, bonito, bom papo. Queria que ele me ligasse algum dia e me chamasse pra sair. Mas será que eu deveria? Afinal, o consumo excessivo de drogas pode causar vício, e não seria bom estar viciada nesse rapaz... um cara bonito, legal, com um bom papo e totalmente desconhecido.
Quanta bobagem!
Gostei do teu texto... A história é que não parece ser única :P Mas achei legal a forma como tu escreve!
ResponderExcluirQuiser retribuir a visita:
http://patimichelotti.blogspot.com/
;*
você escreve com uma junção de coração e razão, você tem que ser profissional! seu blog é perfeito! bjos linda ;*
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