- Você me ama?
- O amor é onipresente. É sentir sem saber. É esperar mesmo quando se esta correndo. O amor é infinito. É chama que não se apaga, mas diminui. É busca constante de racionalidade. Certeza de incerteza sobre os impulsos nervosos. É como um coração: pequeno, envolvido em sangue, bombeando vitalidade e indispensável -dispensável-. O amor é ridículo. É tão ridículo que chega a ser irresistível aos que o sentem. O amor é saudade. Se eu ainda te amo? Amor não se acaba, e, se acabar, é certo de que nunca existiu. Eu amo você.
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